[COGconnected] Dear Me, Eu Estou...
Dear Me, Eu Estou…
Em um mercado onde os jogos frequentemente se baseiam em diálogos extensos, livros de codex e magia auditiva para transmitir suas narrativas, encontrar uma obra que confie na potência do silêncio é uma rareza rara. Dear Me, Eu Estou… da Arc System Works é exatamente aquilo que você precisa. Como um experiência interativa compacta de aproximadamente uma hora, ela elimina completamente o apelo dos textos e voice acting, confiando na narrativa visual para transmitir sua mensagem. É uma declaração artística audaciosa que desafia você a ouvir não com seus ouvidos, mas com os seus olhos e intuição.
Destaques
• Jogo sem palavras: Dear Me, Eu Estou… é um jogo inovador que rejeita o uso de textos e diálogos para contar sua história. • Arte visual: A direção artística da obra é excepcional, com uma paleta de cores muda que reflete o estado emocional do protagonista. • Jogo simples mas profundo: O jogo se concentra na observação e interação com objetos cotidianos que significam muito, mas não oferece complexidade mecânica.
A jornada é uma profunda exploração de memória, identidade e os espaços silenciosos entre quem émos e quem somos. Como o jogo fornece nenhuma mensagem explícita para orientar a interpretação do jogador, as experiências pessoais, remorsos e nostalgia são proietadas sobre a protagonista em silêncio. Essa abordagem artística e ambígua é a maior força da obra. Além disso, o jogo faz perguntas profuns sem usar palavras: pede que você situe-se com seus pensamentos, criando um vínculo raro entre o jogo e o jogador.
O que nos diz sobre os jogos?
A experiência de Dear Me, Eu Estou… é uma pausa refrescante no mercado dos jogos, uma lembrança de por que começamos a jogar. Uma obra como essa nos lembra do poder da interatividade e da arte para conectar com a humanidade.
Fonte: https://cogconnected.com/review/dear-me-i-was-review/
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